Posted by admin on set 24, 2010 in
Educação
O livro O mestre ignorante, de Jacques Rancière, fala sobre um professor francês, Joseph Jacotot, que se encontrou na seguinte situação: tinha que lecionar Literatura para alunos holandeses que ignoravam o francês, assim como ele ignorava o holandês. Com isso, J. Jacotot aplicou um método diferente do tradicional, onde o professor emancipa seus alunos. Antes de se encontrar em tal situação, Jacotot acreditava que o mestre tinha como tarefa transmitir seus conhecimentos aos alunos. Porém, diante desta nova situação, ele introduziu um livro, Telêmaco, que era algo comum entre eles, pois era uma edição bilíngüe (francês-holandês). A partir deste livro, e com a ajuda de um intérprete, ele orientou seus alunos a aprenderem a língua francesa lendo o livro com ajuda da tradução. Mais adiante, ao pedir que eles escrevessem em francês o que compreenderam, Jacotot teve uma surpresa: seus alunos se saíram muito bem. Assim, ele começou a refletir: seria então desnecessária a explicação? J. Jacotot passou a acreditar que seria preciso mudar seu tradicional método de ensinar. Através da explicação, o mestre transmite seus conhecimentos e verifica se o aluno entendeu, o que, para Joseph Jacotot, passa a ser o princípio do embrutecimento. E, em contradição a esse princípio, “surge” o princípio da Emancipação. No método emancipador pode-se ensinar qualquer coisa, mesmo sendo ignorante no assunto. Mas, para isso, é necessário emancipar o aluno, ou seja, fazer com que o aluno aprenda sozinho, usando apenas sua própria inteligência. E este seria o Ensino Universal. Conseqüentemente, pode-se também aprender qualquer coisa. Já no método embrutecedor, o da explicação, o mestre mantém-se distante do aprendiz, pois transmite um conhecimento em partes e o aluno terá de esperar para aprender mais no ano seguinte, deixando o professor num grau sempre superior ao do aluno. Ou seja, o aluno sempre precisará de um outro mestre explicador para continuar a aprender. Em O mestre ignorante, é forte a idéia de que a vontade de aprender é o que leva o homem a aprender, ou seja, qualquer um pode aprender aquilo que quiser. Neste método, não há ninguém mais inteligente que outro, mas sim inteligências que não foram igualmente exercidas. Daí vem a idéia de uma “sociedade de emancipados”, onde todos saberiam que não há desigualdade de inteligências e onde aquele que teria certa inferioridade só a teria por não tem a ambição de querer saber mais. Para instituir tal sociedade, os discípulos de Jacotot deveriam anunciar a todos que se pode ensinar aquilo que se ignora, principalmente aos pobres, pois são eles que sofrem maior preconceito em relação à desigualdade das inteligências. Porém, o autor cita que não é fácil a aceitação deste novo método observando o exemplo do próprio Jacotot, que apenas tornou-se mestre ignorante quando se viu diante de uma situação pra qual não encontrou outra solução. Por fim, deveríamos entender que todos têm inteligências iguais apesar de vivermos em uma sociedade tão desigual. E é isto que Rancière julga simples, mas difícil de compreender. E de colocar em prática!
Posted by admin on set 10, 2010 in
ANATEL,
Telecom
Segundo ABR Telecom, quase 70% deste total corresponde a migrações de telefones móveis, enquanto 30,64% realizaram a troca de operadoras na telefonia fixa.
A implantação do processo de portabilidade numérica em território brasileiro completou dois anos nesta quarta-feira (01/9) e registrou que 6,28 milhões de pessoas já trocaram de operadora sem mudar o número do telefone.
Segundo balanço da ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade numérica no país, quase 70 por cento deste total corresponde a migrações de telefones móveis e 30,64% a pessoas que trocaram de operadora na telefonia fixa. No mesmo período, 7,98 milhões de pedidos de portabilidade foram registrados pela entidade.
A portabilidade numérica começou a ser implantada de forma gradativa em 1º de setembro de 2008 e atingiu os 67 DDDs do País no dia 2 de março de 2009. Apenas no primeiro dia de implantação do serviço, 1.028 usuários fizeram a solicitação de troca. No primeiro ano de funcionamento, foram registrados dois milhões de migrações de operadora mantendo o número de telefone.
Para trocar de prestadora e manter o número, o consumidor deve se dirigir à operadora para a qual quer migrar e pedir nova habilitação mantendo o número atual. A operadora antiga terá um dia útil para conferir os dados do usuário, e o processo de portabilidade deve ser concluído em até três dias úteis depois da solicitação.
Na telefonia fixa, a portabilidade só poderá ser feita dentro da mesma área local – município ou conjunto de municípios. Para os celulares, a manutenção do número será possível dentro da mesma área de registro – que corresponde ao DDD.
(Agência Brasil)
Posted by admin on set 10, 2010 in
ANATEL
| O que é a ANATEL. |
| A ANATEL (Agencia Nacional das Telecomunicações) é o órgão ligado ao Ministério das Telecomunicações, encarregado da regulamentação do mercado e dos serviços do setor no Brasil. Veja a missão da ANATEL . |
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| O que é SCM. |
| SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) é a autorização emitida pela ANATEL que permite a livre exploração do Serviço de Multimídia no pais. Veja a definição de SCM da ANATEL . |
| A ANATEL cita que VoIP é um conjunto de tecnologias e que não regulamenta tecnologia mais sim os serviços de telecomunicações que delas se utilizam. Cita também resumidamente que a comunicação de voz em uma rede, de forma transparente para o cliente, efetuada entre equipamentos como o telefônico, é serviço de telecomunicações e portanto necessita sim da autorização. Veja comunicado . |
| Portanto quem explora VoIP comercialmente deve ser autorizado SCM. |
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| O que é necessário para obter a autorização SCM. |
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Ser pessoa jurídica constituida nacionalmente, isto é, ser uma empresa brasileira;
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Ter como atividade o CNAE(Classificação Nacional de Atividades Econômicas-Fiscal) para VoIP;
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Ter um engenheiro eletricista ou de telecomunicações credenciado ao CREA como funcionário ou contratado;
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A pessoa jurídica também deve ser cadastrada ao CREA;
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Não fazer parte acionária de nenhuma outra empresa com esta mesma autorização.
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| Fases do processo de obtenção da licença. |
| O processo de obtenção da licença é dividida em 1 Etapa mais 3 Fases: CREA, Autorização, Instalação do Sistema e Licenciamento do Sistema. |
| Etapa 1 – CREA: Na primeira etapa o engenheiro apresenta a empresa toda documentação necessária para registrar o profissional e a empresa ao CREA. Dependendo da situação dos documentos do profissional e da empresa este procedimento pode demorar entre 1 semana até 2 meses. Nesse período serão devidos as taxas de registro e anuidade profissional, registro e anuidade de pessoa jurídica, ART de função e cargo e alguns sedex. |
| ANATEL FASE I – AUTORIZAÇÃO: Na fase primeira da ANATEL o engenheiro apresenta a documentação exigida pela ANATEL para a solicitação da autorização. Este processo envolve documentação técnica devida ao engenheiro, documentação administrativa devida ao administrador ou até o proprietário da empresa e documentação contabel devida ao contador da empresa. Devido a situação dessa documentação e agilidade dos relacionados este processo pode demorar entre 1 a 3 meses. |
| Estando todos os documentos presentes, assinados e corretamente organizados o engenheiro efetua o protocolo na ANATEL. Estes serão analisados pelos profissionais da ANATEL e se houver alguma irregularidade será remetido de volta com um ofício de exigência. Estando corretos a documentação segue para aprovação do conselho da ANATEL. Sendo aprovado a empresa receberá o boleto com o valor da primeira parcela semestral devida à ANATEL de R$3.000,00. Logo após a empresa recebe o ATO e o Termo de Autorização. Este processo pode demorar entre 2 a 6 meses. |
| “No caso de a empresa utilizar a tecnologia VoIP, deve declarar que o serviço não se confunde com o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), garantindo que as chamadas estarão sendo originadas e/ou terminadas na rede do Serviço de Comunicação Multimídia.” |
| ANATEL FASE II – INSTALAÇÃO: Na fase segunda o engenheiro desenvolve e envia o projeto de instalação juntamente com a ART de Projeto e a declaração de atendimento às normas técnicas para a ANATEL novamente. Se houver incoerência na documentação o projeto retorna novamente para alteração. Se estiver correto o engenheiro recebe autorização e efetua o cadastramento das estações. |
| “A prestadora deverá, num prazo máximo de cento e oitenta dias, a partir do ato de autorização, entregar à Anatel um resumo do Projeto de Instalação, como condição para emissão de autorização para instalação do sistema.” |
| ANATEL FASE III – LICENCIAMENTO: Na fase terceira o engenheiro solicita a emissão da licença através do requerimento de emissão de licença para funcionamento, juntamente com a declaração do profissional habilitado, acompanhado pela ART de instalação, pelo Laudo e ART de vistoria técnica emitido pela ANATEL e se a estrutura não for própria anexar o contrato de compartilhamento de estrutura. |
| Se toda documentação estiver em ordem a ANATEL envia a TFI no valor de R$1.340,80 para cada estação cadastrada. Após o pagamento em alguns dias é expedido no DOU(Diário Oficial da União) a Licença de Funcionamento que será encadernada e enviada para a empresa. |
| “Antes de iniciar a exploração comercial do serviço, a prestadora deve solicitar à Anatel a emissão de Licença para Funcionamento de Estação (pelo menos 15 dias antes do início da operação comercial).” |
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| Veja algumas taxas devidas. |
| PPDESS (Preço Público pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e pelo Direito de Exploração de Satélite) no valor de R$ 9.000,00 (nove mil reais), que poderá ser pago em uma única parcela ou em até 3 (três) parcelas semestrais conforme estabelecido pelo Regulamento aprovado pela Resolução n.° 386, de 3 de novembro de 2004 alterado pela Resolução n.º 484, de 05 de novembro de 2007. |
| TFI (Taxa de Fiscalização de Instalação) no valor de R$ 1.340,80 (um mil, trezentos e quarenta reais e oitenta centavos) por estação. |
| TFF (Taxa de Fiscalização de Funcionamento) no valor de 50% (cinqüenta por cento) da TFI , (Lei n.º 5.070 de 07/07/66 e Res. n° 255/2001 ). |
Tags:ANATEL
Posted by admin on set 8, 2010 in
asterisk
Depois de instalar o ELASTIX 1.5.2-2, a última versão disponível no momento. Você deve atualizar seu sistema com os seguintes comando no terminal ssh:
# yum upgrade
# yum clean all
# yum update
depois de atualizar o sistema é necessário resolver este problema com o DNS. Básicamente é necessário instalar este pacote
# yum install dnsmasq
e editar o arquivo /etc/dnsmasq.conf
adicionando a seguinte linha:
#Add other name servers here, with domain specs if they are for
#non publics domains.
server=/localhost/ip.do.seu.roteador
Depois reiniciar o elastix
o artigo completo da solução está no link:
www.elastixconnection.com/index.php?Item…ontent&task=view