0

Emagrecer rápido é mais eficiente, mas requer cuidados com musculatura e coluna

Posted by admin on ago 26, 2010 in Saúde

Emagrecer rápido faz com que as pessoas percam mais peso no final do regime. Esta é a conclusão de um estudo desenvolvido na Universidade de Melbourne, na Austrália. Entretanto, afinar o corpo em pouco tempo sem a prática de exercícios pode levar à perda de massa muscular em vez de gordura, trazendo riscos à saúde.

A pesquisa mostrou que pessoas que perderam 1,5 kg por semana, numa dieta com 12 semanas de duração, tiveram melhor resultado do que aqueles que perderam peso lentamente, como 0,5 kg por semana, durante 36 semanas. Os resultados foram que 78% das pessoas que perderam 1,5 kg emagreceram mais no final do tratamento, contra 48% do outro grupo.

Do lado extremo, o estudo também adverte contra uma perda de peso radical (2,5 kg em média por semana, em 4 semanas) com dietas muito restritivas, pois acarretaria uma série de consequências para o organismo.

Não há uma quantidade de peso ideal para se perder em uma semana, já que cada pessoa reage de uma maneira. Mas é quase um consenso considerar uma margem entre 1 kg e 1,5 kg por semana, sem restrição calórica violenta, um número razoável.

“Emagrecer depende de diversos fatores variáveis como idade, peso inicial, taxa metabólica, nível de estresse, tipo de trabalho realizado e prática de atividade física. Se duas pessoas fizerem a mesma dieta elas terão resultados diferentes”, justifica a nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro.

Para o médico fisiologista Egberto Moura, professor do Instituto de Biologia, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o padrão de segurança varia de acordo com o organismo.

“Algumas pessoas perdem de 4 a 6 kg em um mês, apenas com dieta e exercício. Não há problema algum, desde que sejam acompanhadas por um médico. Entretanto, se a perda for acentuada, de 2,5 kg por semana, e em um espaço de tempo curto, as consequências de desequilíbrio hídrico, vitamínico e energético, produzem um absoluto mal-estar físico e até mental, que produz a desistência do tratamento adotado”, diz Egberto.

Massa gorda x massa magra

De acordo com fisiologista Raul Santo de Oliveira, professor de fisiologia do exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), normalmente para o indivíduo conseguir perder peso de maneira rápida, ele lança mão de recursos arriscados como consumo de medicamentos, dietas perigosas e restritivas e jejuns prolongados. “Nesse processo há muita perda de líquido, que leva embora sais minerais e outros nutrientes importantes, além da redução de massa magra (músculos)”.

Segundo o fisiologista, o saudável é ganhar músculos e perder gordura; e a margem de segurança para isso acontecer é perder de 3 a 4 kg em um mês. “Se uma pessoa perder muita massa magra durante um tratamento é porque algo está errado. Pode ser a fórmula dos medicamentos, o programa de atividade física ou mesmo a dieta que está inadequada”, alerta Moura.

Vale lembrar que os músculos queimam mais calorias do que as gorduras, e quando se perde mais músculos e água do que gordura ocorre o efeito platô, isto é, se estaciona em um determinado peso e, por mais que se esforce, o ponteiro da balança não abaixa.

A coluna também sofre

O emagrecimento rápido ainda está relacionado com sérios problemas de coluna e, claro, de postura. A culpa é da flacidez muscular que se instala de forma generalizada no organismo. “A perda de massa magra atinge diretamente os músculos esqueléticos, que sustentam a coluna vertebral. Isso pode causar dor. Por isso é tão importante praticar algum exercício de força quando se emagrece para fortalecer a musculatura”, justifica Raul Oliveira, da Unifesp.

“Os músculos sem tônus ou sem função perdem consistência, se retraem, ficam menores em comprimento e perdem a capacidade de se alongarem e permitirem movimentos”, complementa Marcelo Garcia, do Espaço Personal, que enfatiza: ”90% das pessoas com mais de 27 anos que chegam à clínica têm algum desequilíbrio físico que desencadeia uma dor. O motivo quase sempre é a combinação de dietas malucas sem atividade física”.

Quando a dor começar a ser crônica, principalmente na região lombar, é bom examinar, pois em um estágio avançado pode sinalizar um princípio de hérnia ou protusão.

“Entre as carências nutricionais que uma restrição calórica muito radical pode causar estão a falta de cálcio e magnésio, o que contribui para o enfraquecimento ósseo e a perda de sua densidade, tornando os ossos porosos e frágeis”, complementa a nutróloga Mazaracki.

Atividade física controlada

Na empreitada para emagrecer, a prática de atividade física é necessária, mas é preciso cautela para evitar exageros, sobrecarga e consequentemente exaustão muscular.

Os sedentários precisam de cuidado em dobro – começando bem devagar, mas mantendo a frequência regular de 4 ou 5 vezes por semana. A escolha da modalidade também é importante nessa crucial transformação que é sair da inércia do repouso e ir malhar.

“É imprescindível escolher algo que dê prazer, essa é a única maneira de manter o pique e a disciplina. O bônus é um bom condicionamento físico e cardiorrespiratório e um metabolismo mais acelerado, por conta do aumento da massa muscular”, lembra a médica ortomolecular.

“Um bom começo, que não compromete nada, é caminhar. Andar pelo menos uma hora, todos os dias da semana, mantém o sistema cardiovascular em forma, além de prevenir a obesidade”, aconselha Egberto. E nada de começar a correr nos primeiros sinais de emagrecimento. Os músculos podem não estar preparados para a sobrecarga.

Tirando a dúvida

Para conseguir saber quanto se perdeu de massa magra ou gorda em um programa de emagrecimento, só mesmo apelando para a tecnologia, é difícil até estimar sem o auxílio de aparelhos de medição apropriados.

“Com um acompanhamento médico é possível fazer uma avaliação corporal do indivíduo. Um bom método, considerado de alta precisão, para se medir os percentuais de gordura, massa magra e água é a bioimpedância”, lembra a endocrinologista Vania Nunes, professora da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.

Outra opção é fazer um exame com o plicômetro, que mede o nível de adiposidade do corpo.

 
3

Devido ao cancelamento do megaupload Editando o topico :(

Posted by admin on ago 24, 2010 in cultura, Download, Trabalho

Devido ao cancelamento do megaupload Editando o topico :(

 
0

Configurar placa de rede no Debian

Posted by admin on ago 17, 2010 in Linux

Configure o arquivo /etc/network/interfaces usando “vi” ou o editor que você preferir, no meu caso uso PICO. Exemplo:

# The loopback network interface (interface loopback)
auto lo
iface lo inet loopback

#Rede Externa (vamos dizer que seja a rede que você se conecta à internet)
auto eth0
iface eth0 inet static # use dhcp ao invés de static, se tiver um server dhcp
address x.x.x.x # troque x pelo seu ip
netmask x.x.x.x # troque x pela sua mascara ex : 255.255.255.0
gateway x.x.x.x
#Servidores DNS (RESOLVER NOME)
dns-nameservers x.x.x.x

#Rede interna (se tiver )
auto eth1
iface eth1 inet static
address x.x.x.x
netmask x.x.x.x

Quando pronto é só salvar e subir as interfaces configuradas com os comandos “ifup eth0″ para subir a interface eth0 e “ifup eth1″ para eth1. Ex:

# ifup eth0 eth1

 
0

Dez ferramentas p/ monitoramento de servidores

Posted by admin on ago 13, 2010 in Network
Quando você tem um site ou uma rede, é sempre bom ser alertado sobre possíveis problemas tão logo eles ocorram. Existem diversas ferramentas gratuitas e com código aberto que podem supervisionar sua infraestrutura e enviar alertas quando ocorrerem problemas.

Conheça abaixo 10 ferramentas gratuitas que podem ajudar você a monitorar seu servidor, cluster ou rede.

1. Monit – Link: http://mmonit.com/monit/
O Monit não apenas monitora seu servidor como também tenta solucionar problemas executando ações pré-definidas para certas situações. Por exemplo, se seu banco de dados travar, o Monit pode reiniciar o serviço automaticamente se esta for a ação que você deseja executar (e geralmente é).

Além disso se você tiver mais de um servidor para monitorar, você pode usar o M/Monit, uma versão do Monit com recursos para monitorar múltioplos servidores.
Imagem

2. Ganglia – Link: http://ganglia.info/
Quando você tem um cluster com várias máquinas, é difícil saber qual o estado do cluster como um todo. E é aí que entra o Ganglia, já que com ele você tem uma visão geral de todo o cluster.

Imagem

3. Munin – Link: http://munin.projects.linpro.no/
O Munin monitora e exibe um gráfico da performance do sistema. Ele pode produzir gráficos de performance diários, semanais, mensais, anuais e relatórios com diversas informações importantes. Ele pode monitorar recursos como memória, espaço em disco, uso de CPU e aplicações para servidores como MySQL, Apache e Squid.

Um destaque do Munin é que com apenas algumas linhas de código você pode criar um plugin para o monitoramento de praticamente qualquer coisa.

Imagem

4. Cacti – Link: http://www.cacti.net/
O Cacti é simular ao Munin em vários aspectos, mas o que o torna diferente é que ele permite o redimensionamento dos gráficos e a visualização de dados em um intervalo específico (de 2 em 2 horas, por exemplo).

Imagem

5. Nagios – Link: http://www.nagios.org/
O Nagios pode ser um pouco complicado para instalar e usar, mas seu grande número de recursos supera muitas outras ferramentas voltadas para administradores de TI. O programa suporta o monitoramento de múltiplos hosts e pode enviar alertas via e-mail, pager (!) ou SMS.

Assim como o Monit, ele pode agir automaticamente em certas situações.

Imagem

6. Zabbix – Link:
O Zabbix é uma ferramenta de monitoramento repleta de recursos. Ele suporta visualizações personalizadas, zoom e mapeamento. Além disso ele também pode enviar alertas por e-mail, SMS, mensagem instantânea e também pode emitir alertas sonoros, o que é bom para quando você não estiver perto da máquina monitorada.

Imagem

7. ObserverNMS – Link: http://www.observernms.org/
O ObserverNMS é voltado para o Linux, BSD e redes Cisco. O programa suporta a descoberta automática da infraestrutura de rede, oferece gráficos detalhados e pode ser usado em conjunto com o Nagios. Ele também se integra bem ao Collectd caso você queira uma interface mais robusta.

Imagem

8. Zenoss – Link: http://www.zenoss.com/
O Zenoss é uma versão com código aberto da ferramenta comercial para monitoramento de servidores chamada Zenoss Enterprise. Ele foi criado inteiramente em Python, suporta o formato de plugins do Nagios e sua interface é simples e fácil de usar.

Imagem

9. Collectd – Link: http://collectd.org/
O Collectd é similar ao Munin e ao Cacti. A diferença é que o Collectd foi desenvolvido com foco na portabilidade e performance. O programa pode coletar dados a cada 10 segundos sem interferir nos processos do seu servidor. Você pode criar extensões para ele em C, Perl ou Java.

Imagem

10. Argus – Link: http://argus.tcp4me.com/
O foco do Argus é o monitoramento dos serviços de rede e suporta os protocolos IPv4 e IPv6. Seu sistema de alertas é bem interessante: se ele enviar um alerta sobre um problema para você e este problema não for resolvido em um intervalo pré-definido, um outro alerta será enviado para outra pessoa.

Imagem

Fonte: CPTURBO

Copyright © 2013 Gustavo Franco All rights reserved. Theme by Laptop Geek.