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RITI, Uma Impressora que usa Café como Tinta!

Posted by admin on mar 10, 2009 in Sem categoria

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A RITI é um conceito para uma impressora ecologicamente correta que usaria café ou chá como tinta, deixando de lado os problemas com os velhos cartuchos usados.

Para imprimir, basta colocar chá ou café no compartimento no topo da impressora, que ao ser movido para um lado e para o outro passaria a “tinta” para o papel. Tudo bem que isto não é lá muito prático, mas pelo menos as suas páginas impressas vão ficar com aquele odor característico do café ou do chá!

Outra vantagem é que ela pode funcionar sem energia elétrica, assim você pode imprimir com a RITI sem se preocupar em encontrar uma tomada por perto.

A dica é da Mi .

Via Core 77 .

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PMDB se vende por qualquer dois mil réis, afirma Pedro Simon

Posted by admin on mar 10, 2009 in Sem categoria

Por isso que gosto do Simon

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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) afirmou nesta segunda-feira (9), em Campinas (93 km de SP), que “a cúpula do PMDB se vende por qualquer dois mil réis” e que o partido não tem projeto para chegar à Presidência da República, mas sim para “conseguir alguns carguinhos”.

As declarações foram feitas durante entrevista coletiva após aula magna realizada pelo senador na abertura do ano letivo da PUC-Campinas. O tema da aula foi “Fraternidade e Segurança Pública”.

Ao ser questionado sobre a existência de corrupção nos partidos políticos, ele afirmou que no PMDB o caso é mais grave do que no PT e no PSDB.

“O problema do PMDB –grave, mais do que os outros–, é que o PT é um partido que quer chegar ao governo, o PSDB é um partido que quer chegar ao governo e, no PMDB, a cúpula se vende por qualquer dois mil réis e não quer chegar no governo, quer pegar um carguinhos”, disse o senador.

No mês passado, o também senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), declarou que existe corrupção no PMDB.

Ainda durante a entrevista, Simon defendeu os nomes do governador do Paraná, Roberto Requião, do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e dos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Saúde, José Gomes Temporão, como possíveis candidatos do partido à Presidência da República em 2010.

“Candidato é o que não falta. Falta ter um comando com coragem de fazer isso [lançar candidatura própria] e não de se vender por qualquer dois mil réis”, disse Simon.

Sobre as declarações de Vasconcelos, de que teria sua vida investigada por empresa especializada em espionagem, Simon disse que as denúncias são “muito graves”. “Tem que ser apurado. Principalmente por ele dizer que é com o mando do PMDB. Ele vai falar amanhã [hoje, no plenário do Senado] e nós vamos ter que verificar o que está acontecendo.”

Simon disse que o PMDB e o presidente Lula fizeram um acordo para eleger o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) à Presidência do Senado e que, dentre estes acordos, estava a eleição do ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL) à presidência de uma comissão no Senado.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u531925.shtml

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No recesso, Senado paga hora extra para 3.883 funcionários

Posted by admin on mar 10, 2009 in Politica

Quem paga somos nós ;) FESTAAA!!!

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u531995.shtml

O Senado pagou pelo menos R$ 6,2 milhões em horas extras para 3.883 funcionários em janeiro, mês em que a Casa estava em recesso e quando não houve sessões, reuniões e nenhuma atividade parlamentar, informa reportagem de Adriano Ceolin e Andreza Matais , publicada nesta terça-feira pela Folha ( íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A autorização do pagamento foi feita pelo senador Efraim Morais (DEM-PB) três dias antes de ele deixar o comando da primeira-secretaria, órgão da Mesa Diretora responsável pela gestão administrativa.

Além da hora extra, a direção da Casa concedeu reajuste de 111% no benefício. O teto subiu de R$ 1.250 para R$ 2.641,93.

Outro lado

Presidente do Senado até janeiro, quando foi dada a ordem para o pagamento das horas extras, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) disse que não foi consultado sobre a medida e que iria tomar satisfação do senador Efraim Morais (DEM-PB). “Eu não estava sabendo. Realmente não sei como justificar isso”, afirmou.

Para o senador Tião Viana (PT-AC), primeiro vice-presidente da Casa até janeiro, o que ocorreu “é muito grave”. Ele disse que irá averiguar se os funcionários do seu gabinete pessoal foram beneficiados para tomar providências.

“Isso não poderia ter ocorrido porque não houve trabalho extra em janeiro e não poderia ter havido pagamento”, afirmou.

Leia a notícia completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

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