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Maior rede de micro zumbis do mundo é “indestrutível”, afirmam pesquisadores

Posted by admin on jul 13, 2011 in geek, Segurança na Rede

Descoberta pela Kaspersky, “super malware” já infectou 4,5 milhões de PCs em 2011 e é “apontado como ameaça mais sofisticada da atualidade”.

Uma nova e melhorada botnet (rede de micros zumbis) gigante que infectou mais de 4,5 milhões de computadores é “praticamente indestrutível”, de acordo com pesquisadores de segurança.

O “TDL-4”, nome do bot Trojan que infecta as máquinas e do conjunto resultante de computadores comprometidos, é “a ameaça mais sofisticada da atualidade”, diz o pesquisador da empresa de segurança Kaspersky Labs, Sergey Golovanov, em uma análise detalhada publicada no início da semana.

E ele não é o único a pensar dessa forma.

“Eu não diria que ela é perfeitamente indestrutível, mas é praticamente indestrutível”, afirma o especialista e diretor de pesquisas da Dell SecureWorks, Joe Stewart. “Ela faz um ótimo trabalho em manter-se de pé.”

Golovanov e Stewart basearam seus julgamentos em uma variedade de características do TDL-4, as quais o tornam um caractere extremamente difícil de ser detectado, apagado, suprimido ou erradicado.

Por uma coisa, disse Golovanov, o TDL-4 infecta o MBR (Master Boot Record) do computador com um rootkit – malware que se esconde ao subverter o sistema operacional. O MBR é o primeiro setor – setor 0 – do disco rígido, onde o código é armazenado para o sistema após a BIOS da máquina realizar suas verificações iniciais.

Como o TDL-4 instala seu rootkit no MBR, ele é invisível para o sistema operacional e, mais importante, para programas de segurança desenvolvidos para encontrar códigos maliciosos.

Mas essa não é a arma secreta do TDL-4.

O que torna a botnet indestrutível é a combinação de criptografia avançada e o uso de uma rede pública peer-to-peer (P2P) para as instruções emitidas para o malware pelos servidores command-and-control (C&C).

“A maneira como o peer-to-peer é usado para o TDL-4 vai fazer com que seja extremamente difícil derrotar essa botnet”, afirma o pesquisador sênior de malware da Kaspersky, Roel Schowenberg. “Os caras do TDL estão fazendo o seu máximo para não serem a próxima gangue a perdeu sua botnet.”

Schowenberg também citou vários casos de captura de botnets grandes – que variam de esforço coordenado que acabou com a Conficker em 2010 até o take-down da Coreflood liderado pelo FBI neste ano – como a motivação para hackers desenvolverem novas maneiras de manter em campo seus exércitos de computadores sequestrados.

“Toda vez que uma botnet é derrubada aumenta o nível de exigência para a próxima vez”, diz Schowenberg. “Os cibercriminosos realmente profissionais estão assistindo e trabalhando em suas botnets para torná-las mais resistentes contra essas tentativas de derrubá-las.”

Os responsáveis pelo TDL-4 criaram seu próprio algoritmo de criptografia, explica Golovanov, e a botnet usa os nomes de domínio dos servidores C&C como as chaves da criptografia.

A botnet também usa a rede pública PSP Kad para um de seus dois canais para se comunicação entre os PCs infectados e os servidores C&C, afirma a Kaspersky. Anteriormente, as botnets que se comunicavam via PSP usavam uma rede fechada que haviam criado. Ao usar uma rede pública, os criminosos asseguram que sua botnet vai sobreviver a qualquer esforço para derrubá-la.

Stewart apontou que os contra-ataques do TDL-4 contra outros malware como outra razão para seu sucesso. “Isso é tão esperto”, diz, completando que desabilitar malwares concorrentes – que provavelmente são muito mais fáceis de detectar – significa que ele tem uma chance maior de continuar no computador.

Os criadores do TDL-4 usam a botnet para plantar malware adicional nas máquinas, alugá-lo para outros para esse propósito e distribuição de ataques denial-of-service (DDoS), e para conduzir campanahs de phishing e spam. Segundo a Kaspersky, o TDL-4 instalou cerca de 30 tipos diferentes de programas maliciosos nos PCs que controla.

Mas ele consegue remover todos a qualquer momento. “O TDL-4 não deleta a si próprio após a instalação de outro malware”, diz Golovanov. “A qualquer momento ele pode apagar malware que tiver baixado.”

Esse é um consumidor perigoso, conclui Stewart.

“Para todos os propósitos, o TDL-4 é muito difícil de ser removido”, diz. “É definitivamente uma das botnets mais sofisticadas existentes.”

 

Lido em : http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/06/30/maior-rede-de-micro-zumbis-do-mundo-e-indestrutivel-afirmam-pesquisadores/

 
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BackTrack 5 Released! May 10th, 2011

Posted by admin on mai 18, 2011 in backtrack, PEN TEST, Segurança na Rede

Novo Back track 5 saiu e está disponivel para download em http://www.backtrack-linux.org/downloads/

O BT5 é baseado no Ubuntu 10.04 LTS

 

Backtrack , distribuição com foco em testes de seguranças e  testes de penetração ( pen tests ), muito apreciada por hackers e analistas de segurança, podendo ser iniciado diretamente pelo CD (sem necessidade de instalar em disco), mídia removível (pendrive), máquinas virtuais ou direto no disco rígido.
Vale a pena conferir!

O que é BackTrack?
http://pt.wikipedia.org/wiki/BackTrack

http://www.backtrack-linux.org/

Download at:
http://www.backtrack-linux.org/downloads/

 

 

 
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Divulgado método de ataque que aproveita as falhas de configuração de IPv6

Posted by admin on mai 4, 2011 in Network, Segurança na Rede

Hoje em dia diversos sistemas operacionais vem com suporte a IPv6: Windows 7, Vista, 2008, Linux, etc. Esse novo protocolo será o futuro da expansão da Internet nos próximos anos, e assim essencial nesses sistemas operacionais.

No entanto esses sistemas operacionais vem com o IPv6 habilitado, mesmo que a rede não esteja pronta para esse protocolo. Como sempre em segurança qualquer protocolo que esteja habilitado sem ser necessário criar um problema potencial de segurança, e neste caso não é diferente.

Recentemente foi divulgado uma modalidade de ataque (batizada de SLAAC Attack) que explora máquinas com IPv6 habilitado mas que não esteja sendo utilizado. Através desse ataque um hacker consegue criar ele mesmo a rede IPv6 e forçar todo o tráfego através de um “roteador falso”, sendo assim capaz de monitorar e coletar todo o tráfego de redes dos computadores capturados.

Ou seja, o hacker cria um roteador IPv6 falso, força os computadores a usarem esse roteador como default gateway (mesmo para tráfego IPv4) e consegue assim monitorar o que cada usuário está fazendo.

O ataque é descrito em detalhes neste blog: http://resources.infosecinstitute.com/slaac-attack/

O hacker, neste caso, precisa estar dentro da rede comprometida, o que torna esse ataque mais difícil de ser implementado. No entanto serve de aviso para aqueles que usam sistemas operacionais modernos, que já vem com IPv6 habilitado, pois no futuro ataques mais sofisticados podem ser criado em cima dessa vulnerabilidade.

O resumo é bastante simples: nunca deixe o IPv6 habilitado se a rede não estiver com IPv6 devidamente configurado. Se a rede não usa IPv6, desabilite esse protocolo em todos os servidores, computadores e estações de trabalho.

 
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Sites diversos security

Posted by admin on abr 7, 2011 in Segurança na Rede

 

http://www.wowebook.com/security

Linuxsecurity.org

http://www.elearnsecurity.com/course/penetration_testing/preview/player.html

http://www.hackthissite.org/
http://securityoverride.com/
http://www.hellboundhackers.org/
http://www.intruded.net/
http://hackquest.de/
http://www.mod-x.co.uk/main.php
http://www.hackerhighschool.org/
http://maycon.hacknroll.com/?p=challenges
http://www.smashthestack.org

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